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 João António Fernandes Alves

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"BAMOS"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Preciso de um carinho teu
Derivava certamente do que seria uma abertura de consciências para o problema que no fundo já existia muito antes de saltarem à vista o enorme emaranhado de raízes.
Tão profundas quão possam ser, naquelas circunstancias, encontravam-se agora expostas a todos os elementos, que vá lá alguém saber todas as transformações que dai surjam possa inclusive derivar num carcel do exposto.
Mas trabalha-se já nos limites que estão sendo postos em prática, a todos os níveis, do que era dito com achado do novo século, limites apenas possíveis porque foram reivindicados em favor da liberdade; pois o que mais tarde se veio a reflectir e foi caracterizado de mais um erro histórico, como tantos outros de que a própria é feita.
E ainda hoje, passados, n, de tempo, o reflexo do, “ de que serviu”, é muito vago pois a meia dúzia de opiniões que temos de, “o que realmente foi”, é de uma inconsciência total. Digo isto conscientemente, para que não restem duvidas! Ah, por pouco me esquecia, o fenómeno era cíclico e repetia-se a todo o momento, estejam atentos!!! É necessária a vossa versão, para o equilíbrio do que quer que pensem que seja, e não tenham duvidas.
Pois garanto-vos que o é.
 

João A.

 

                          Mais palavrasBamosBlog

 

Concordo com quem está em desacordo comigo não mudando nem discordando da opinião que anteriormente tinha tido.

Manter os ideais e aceitar os dos demais, sem diminuir ou acrescentar muito mais.

As nossas opiniões consolidam-se lentamente e aos poucos, de nós nada tiramos, e um só pouco, dos outros.

Tudo seria mais fácil, se não houvesse facilidades. Pois o difícil, só o é depois de já ter sido facilitado.

Actualmente o dito deveria caracterizar-se pelo não dito, ou seja este é que deveria ser aquele. Há uma forte necessidade de ouvir o que nunca se ouve, ou seja devia-se ouvir o que estamos fartos de não ouvir.

A próxima mentalidade será tudo, de tudo, e, nada de nada, esperamos e temos.

Nunca digas não as coisas doces da vida, já bem basta o dizer sim ás amargas.

O esquecimento surge quando menos se espera
Pois a novidade tudo supera.
Se o adquirido tiver que ser retribuído
A separação não deve ser total, se tiver que ser,
Deve parecer como tal.
O conhecimento surge do aparentemente esquecido
Que só para os leigos é um recém nascido.

Indirectamente do directo vem o sentido mais correcto, em que na sua percepção intervém o intelecto

Um dos maiores males, se não o maior, está em vencer guerras, perdendo batalhas






Finaliza-se o que se começa, principiando o fim do começado
Subjectiva-se o objectivo, objectivando o acabado
Tentando com isto tudo ver um sonho realizado

Trabalho desnecessário, pois um sonho nunca deixa de o ser
Sendo apenas o inventário, daquilo que lhe fizermos parecer

Como tal apenas sonhando se consegue bem viver
Andar só a seu mando e tudo o resto esquecer


Se a tensão é abandonar, o relaxamento é voltar
Quando a situação o aconselhar, a solução está na mesma
Inverter

Para um sonhador qualquer realidade é fatal e representa uma forte derrota.

Numa guerra entre sonhadores e realistas as munições são respectivamente, sonhos e realidades
As percas verificam-se em ambas as partes, nos acordos para futuras mentalidades
Ganhando com esta, o futuro das humanidades

Para um realista qualquer sonho é fatal e representa uma forte derrota.

A repetição de um sonho retrocede a evolução, processando-se esta, apenas com a inovação

Momentaneamente, movimentam-se certezas que logo passam a incertezas
Concentram-se as impurezas, desconcertando a igualdade e caracterizando a mentalidade

Consigo, não consigo, o que conseguiria contigo. Pois não sendo você, é, o que você não chega a ser

Por convenção pareces ser o que querias parecer
Nunca chegando a ser o que pensas que és
Pensando ser aquilo que te fazem crer
Sem creres naquilo que realmente és

Revelação logística, sempre quantificável
Qualquer que seja, socialmente, sempre correcta
A mesma que seja, individualmente, sempre instável
Revelação sentimental, sempre inqualificável
Qualquer que seja, socialmente, sempre incerta
A mesma que seja, individualmente, sempre aceitável
“joga-se com lógica socialmente e sentimentaliza-se individualmente”




Situação característica do que não sei
Influenciada pelo que sei
Origina medo porque perderei
Um dia tudo o que conquistei
E a recordar não voltarei
Pouco de nada feito
Muito significando
Pois fora nada deito
O que dentro vou tirando
Estando dentro o que de fora tirei
Sem muito compreender
Conquistando armazenei
Até o vazio encher
Assimilei o que não sabia
Sem saber o que seria
Não quisesse o que não queria
Queria agora e não teria
O que não sei assimilei
Estando assimilado pelo que sei
E o que sei não saberei
Quando souber o que não sei


A inexistência de sentimentos sociais origina unidades sociais sem lógica social mas de fortes sentimentos individuais.

Sentimentalmente, temos uma sociedade logística, sem lógica nenhuma.

Houvesse uma construção sem destruir
Um lugar para ir sem ter que se vir
Querer ficar, e do sitio não sair
Haveria o mesmo dialogo sem ter que mentir

Construindo, destrui-se, o que destruindo não se pode construir.

Pensa-se e pensando vai-se aceitando
O que aceitando não se consegue pensar
Quando ao mesmo conseguires voltar
Questiona; quando é que se volta a pensar? Quando.

Ao longo dos séculos a mente humana vem sendo e tem sido mecanizada.
A mecanização parar significa voltar a pensar

Aceita-se o falso e falseia-se o veredicto. Prevalecendo para sempre o que for escrito e dito.
 

João A.

 

 

João António Fernandes Alves.
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Última revisão:27 de Novembro de 2004, 21:22:37, TMG+-0000. 0 2 3 4 5 6 7 8 9